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Uns camaradas com sangue Rosso Alfa

13/06/2013

Coluna "DE CARRO POR AÍ" nº 2313

POR ROBERTO NASSER

Melhor que o calculado, quase o dobro dos presentes entre automóveis e alfisti, o II Encontro Alfa Romeo em Caxambu, MG, sedimentou-se como evento oficial da marca, agregado pela prefeitura local e pela Secretaria de Turismo de MG.

Foi no Parque das Águas, em frente ao Hotel Glória. No primeiro, exposição dos veículos, área e vendas para peças, e a barraca do Alfa Clube, com artigos da marca, ótimos em qualidade e design.

No hotel, programa amplo desde coquetel de boas vindas expondo os carros estelares da mostra – FNM Timb, Alfa Romeo 2300 com o motor no.1; protótipo nunca viabilizado do modelo ’87, nunca enviado à produção. Novidade, Alfa Giulietta QV importada pelo mineiro Carlos Berqó: palestras do eng Guilherme Sechinel sobre o uso prático de pneus e óleos lubrificantes de motor, e duas homenagens: ao recém desaparecido alfista Fábio Steinbruch; a Oswaldo Barros, mecânico e colecionador da marca desde sempre.

O Encontro de Alfas exibe diferenciada organização de extremo cuidado, e atinge o ideal antigomobilístico: cenário plano, sem as diferenças notáveis em outros eventos, isenta de manifestações de desnecessária ou inexistente superioridade. A sincronia a todos encanta, criando o clima de camaradagem sempre buscado nestas ocasiões. Caminha para coisa grande pelo crescendo de participantes, qualidade dos veículos e interesse sobre a marca, retratada pela presença do suíço Axel Marx, maior colecionador individual e consultor em história da Alfa.

Apoios do Museu Nacional do Automóvel, do Grupo de Dirigentes de empresas ligadas à Fiat, Câmara Itália-Brasil, cidade de Caxambu, Estado de Minas, e continência na distribuição de prêmios para torná-los disputados. Destes, o Troféu Originalidade, pelo Museu, distingue o veículo que resistiu às novas tecnologias e novos confortos, mantendo intocados os métodos de construção, peças e partes, transformando-se em referência de originalidade – o objetivo
do antigomobilismo. Levou-o para Piracicaba, SP, Luiz Fernando Giocondo Teixeira com 2300 TI4 de 1986. Combinaram-se esforços para festejar os 40 Anos do Alfa Romeo 2300; apoio aos alfisti que se estruturam para ir às Mil Millas Sportivas em Bariloche, novembro, esforço para dobrar presença de colecionadores e veículos em 2015, próximo encontro.

Melhor medida antigomobilista de sucesso? Ninguém deixou Caxambu para ir à grande feira de peças em Lindóia, no setor o mais importante evento. Paixão explica tal grupo, curioso, insólito, mantendo a mítica, a lenda de marca desaparecida do mercado há uma década, levando mecânicos e peças de reposição. Como dizem, o sangue de seus integrantes é comum – e a cor é Rosso Alfa. Mais ? Não precisa.

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Vídeo 155 2.0 Track Day do VELOPARK

02/08/2010

Acabo de receber este email do Marcio, que é dono daquela bela 155 Rosso que saiu na Full Power, mas também de uma 155 cinza com belas rodas 17″.
Observem o vídeo aos 40 segundos…. MEEEEU DEUSSSS!!!!!

O vídeo ficou divertidíssimo.
Realmente a 155 é carro pra pilotos experientes e só o Tiu Mau e o Nicola Larini conseguem “buscar” ela quando perde a traseira. É carro pra gente graduada.

Grande Renato,

Segue abaixo o atalho para o filminho da nossa volta triunfal pelo Velopark. Ficou muito legal. São três escapadas mas a primeira foi forte…… de complemento a Luísa atrofiando para andar devagar.

Manda pra galera !!!!!

Abraço
Marcio Cardoso – vermelhosa 155

Swing Alfista

28/10/2009

Alfa Romeo 156  41

Uma das grandes ousadias dos participantes dos encontro ARBR é a praticada aberta e desavergonhada do SWING.

O famoso troca-troca apresenta várias oportunidades para um alfista moderno e que gosta de novidades. Com esta prática, você poderá experimentar a amante do outro, ou tirar uma casquinha daquela fogosa que você sempre teve vontade de levar pra casa mas nunca conseguiu.

O Negrini e eu já fizemos isso antes: ele passa a mão na minha barca de 6 cilindros, e eu entro na 155 dele.

Que maravilha recordar a direção de kart da 155, é o ponto alto do carro. Que delicia relembrar o teto solar amplo e claro da 155. Os mais debochados vão dizer que eu gosto mesmo é de pegar no pau da direção de do cambio de madeira, que só a 155 elegance tem. Mas darei de ombros. O swing não admite receios….. Negrini por sua vez, adora sentar com vontade na poltrona da 164, sendindo o torque e a suavidade da grandona que contrasta com a suspensão seca e dura da 155.

Outra coisa legal num troca-troca é o voyerismo: voce ficar olhando sua amada em ação, sendo usada por outros, você vê ela de uma outra maneira……

Mas o melhor de fazer um swing alfista é que sua esposa pode participar também, e que com esse tipo de troca-troca você poderá dar uma temperada na sua relação…….

Com as Alfas, é claro. 😉

 

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