Archive for the ‘Alfa Romeo’ Category

Colecionador suíço Axel Marx participa do II Encontro Alfa Romeo em Caxambu

29/05/2013

Evento dará início às comemorações dos 40 anos do modelo Alfa Romeo 2300. O novo modelo Giulietta Quadrifoglio Verdi estará no encontro

Dono de uma coleção de 80 carros, quase todos Alfa Romeo, o cirurgião Axel Marx, morador de Lugano, na Suíça, marcará presença no II Encontro Alfa Romeo, que será realizado de 30 de maio a 02 de junho, na cidade de Caxambu, no sul de Minas Gerais. Querido por todos os alfisti (nome em italiano dado aos apaixonados pela marca), Axel Marx foi consultor da fábrica para a elaboração do modelo 8C Competizione, um superesportivo com tiragem limitada a 500 unidades. O suíço possui em sua garagem o número 1 da série.

O evento, promovido pelo Alfa Romeo Clube MG, representante regional do grupo Alfa Romeo Br – maior grupo alfista do Brasil, dará início às comemorações dos 40 anos do modelo Alfa Romeo 2300, que será em 2014. Segundo o diretor- executivo do Alfa Romeo Clube MG, Guilherme Jardim, haverá no evento um protótipo desse modelo, que não chegou a ser comercializado e possui várias diferenças do último modelo produzido. A Alfa Romeo 2300 foi projetada exclusivamente para o mercado brasileiro e é a única Alfa Romeo brasileira projetada e construída fora da Itália e chegou a ser exportada para a Europa. “O modelo que estará exposto é de 1986, último ano da produção iniciada em 1974, e com as modificações que possui seria a versão do ano seguinte se a produção continuasse”, diz.

Um outro modelo, a Alfa Romeo Giulietta na versão Quadrifoglio Verdi, que estrela o recém lançado filme Fast & Furious 6 também estará presente no evento. Será uma unidade com configuração topo de linha, única no Brasil e de propriedade particular. A Giulietta é um modelo lançado no ano do centenário da Alfa Romeo, e na versão QV é equipada com um motor de 1750 cc, número mágico na história da marca, que desenvolve 235 hp a 5500 rpm e oferece um torque de 340 Nm a 1900 rpm garantindo uma performance esperada de uma Alfa Romeo.

Serviço

II Encontro Alfa Romeo

Data: 30 de maio a 02 de junho

Local: Caxambu (MG)

Inscrições e programação no site http://www.arcmg.com.br/caxambu

Mais informações: (31) 9989-5171 ou faleconosco@arcmg.com.br

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II Encontro Alfa Romeo reunirá em Caxambu os apaixonados pela marca italiana

19/05/2013

De 30 de maio a 02 de junho, a cidade de Caxambu, no sul de Minas Gerais, sediará o II Encontro Alfa Romeo, evento que reunirá os alfisti (nome em
italiano dado aos apaixonados pela marca) de todo o Brasil. Promovido pelo Alfa Romeo Clube MG, representante regional do grupo Alfa Romeo Br – maior grupo alfista do Brasil, o evento será realizado no Parque das Águas, maior atração turística da cidade de Caxambu e no Hotel Glória. A primeira edição do encontro foi realizada em 2011 e reuniu aproximadamente 80 carros.

Segundo o presidente do Alfa Romeo Clube MG, Túlio Silva, o encontro tem como objetivo promover um momento de confraternização e troca de experiências dos proprietários da tradicional marca italiana que desperta paixão em todo o mundo. “Sozinhos ou em um grupo, os alfisti chegam a
Caxambu pilotando seus veículos, de variados modelos e anos de fabricação. É um evento direcionado aos aficionados pela marca e também àqueles
interessados em admirar o design e a esportividade dos modelos, bem como a tradição histórica existente”, diz.

Na programação, exposição de carros e caminhões no Parque das Águas, mercado de pulgas, sessão de autógrafos do livro Alfa Romeo, palestras técnicas abordando temas como boas práticas e manutenção de pneus e óleo lubrificante, novidades tecnológicas e estatísticas, apresentação de vídeos históricos, exposição especial de carros à venda, estande do clube com vendas de souvenirs, jantares e festas. O evento dará início às
comemorações dos 40 anos do modelo Alfa Romeo 2300, que será em 2014.

Haverá ainda uma homenagem ao querido antigomobilista e fundador do Alfa Romeo Clube do Brasil, Fábio Steinbruch, que faleceu no ano passado. E
também ao piloto e mecânico Oswaldo Barros, espelho do cuore sportivo com uma vida dedicada à marca Alfa Romeo.

O primeiro carro fabricado pela marca foi o modelo 24 HP, de 1910. A Alfa Romeo comemorou o centenário da marca em 2010, com grande festa que reuniu aproxidamente 3500 veículos da marca em Milão, na Itália. “A Alfa Romeo é referência no meio automobilístico na utilização de inovações tecnológicas, com a transferência da tecnologia das pistas de competição, onde é uma das principais vencedoras, para suas máquinas”, diz.

Serviço
II Encontro Alfa Romeo
Data: 30 de maio a 02 de junho
Local: Caxambu (MG)
Inscrições e programação no site http://www.arcmg.com.br/caxambu Mais informações: (31) 9989-5171 ou faleconosco@arcmg.com.br

Desprezo à história: Museu do Automóvel é lacrado

21/09/2012

Prezados colegas,

Com muito pesar informamos que o Museu Nacional do Automóvel – Brasília foi lacrado nessa quinta-feira, 20 de setembro, às 09:30 da manhã. Acreditamos que mais do que nunca a população deve se pronunciar às autoridades governamentais, pois agora o governo, distrital ou federal, que deve tomar alguma providência.

O Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, DF é obra pessoal do jornalista e alfista Roberto Nasser. Antes do ocorrido, Nasser explicou nos termos abaixo a situação que pode pôr a perder todo seu esforço:

“A proposta do Ministério dos Transportes em fechar o Museu Nacional do Automóvel e aproveitar suas boas instalações para abrigar, como justifica, ‘o arquivo morto de órgão extinto’, por mais esdrúxula e inadequada possa parecer, cresce insidiosamente. Após as contestações, recursos, agravos, um nunca acabar de contatos no âmbito do judiciário e político nos estamentos federal e distrital, pensei que a situações estivesse calma, à espera de uma solução administrativa ou de uma pacificação política.

Paulo Dubois, administrador do Parque da Cidade, individualizou prédio sem uso e capaz de ser rapidamente adequado a sediar o Museu. Toda a documentação foi encaminhada ao Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, para a assinatura do necessário Decreto de mudança de destinação da área. No campo jurídico, a Advocacia Geral da União, após constatar que ninguém assumiria a responsabilidade de tomar conta do acervo, sua riqueza, veículos únicos e a biblioteca, maior do País, propôs apresentar um plano de mudança para o Museu.

Em paralelo, a Ministra Chefe do Gabinete Civil enviou Aviso à Adocacia Geral da União recomendando providências para uma solução amigável. Ocorre que o Decreto do Governador não surgiu; a AGU descobriu que, fosse fácil transferir o Museu isto já teria sido feito, e do Aviso da Ministra não se considerou. Assim, a AGU reconheceu a dificuldade da remoção do acervo e solicitou ao Juiz da 5ª. Vara Federal que mandasse lacrar o Museu.

Eu estava fora do país quando informado, abortei minha viagem, mudei agenda, cancelei palestra que faria em São Paulo, para acompanhar o negócio de perto. A Secretaria de Patrimônio da União, onde meu pedido transitou durante 10 anos, recebeu ordem do citado Juiz para apor o lacre.

Redigi um pedido de Reconsideração, e fui recebido para despacho com o Juiz que, aparentemente, não se mostrou interessado em analisar as razões, sequer o pedido para manter o Museu funcionando até a Sentença na Ação. Até agora trabalha-se sobre uma Liminar, cujos fundamentos foram afastados pelo pedido da mesma AGU. O Chefe da Fiscalização da Secretaria do Patrimônio da União agendou o lacre para terça-feira (18), mas não teve agenda, nem quarta.

Lacrar o Museu significa fechá-lo. O acervo fica mais ou menos protegido, entre paredes, mas não pode ser limpo, mantido, ou os motores serem funcionados. Ou seja, é o início da catástrofe que todos assistimos no Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, em Caçapava, SP. A entrada no prédio pode ser feita pelo pessoal do Museu apenas para retirar itens pessoais.

Na prática do inexplicável, a solução nada serve às partes. Nem entrega o imóvel ao Ministério dos Transportes para ali guardar as preciosidades alegadas do ‘arquivo morto de órgão extinto’, como explica na petição inicial – aliás, este entulho elegante está guardado no Rio de Janeiro –, nem deixa o Museu cumprir sua missão social, estar aberto ao público.

Solicitei uma audiência com o Governador, outra com a nova Ministra da Cultura, a senadora Marta Suplicy, que tomou posse com discurso sobre a importância dos museus. São as duas autoridades objetivamente ligadas ao tema. Estou ao aguardo de ambos com expectativa de resolução.

Sou um otimista, embora de pouca paciência para convívio com a ignorância institucional. A importância do tema para a cidade tem gerado manifestações de apoio de antigomobilistas e de gente que não é do ramo, mas entende a importância do existir um equipamento como este.

Afinal, reúne raridades, duas exclusividades mundiais, quatro unidades tombadas pelo patrimônio público de São Paulo, já recebeu mais de 120 mil visitantes. As assinaturas à Petição Pública na internet têm aumentado, as mensagens nas redes sociais divulgado a situação. Amplo leque de manifestações positivas. O tricampeão Nelson Piquet, do exterior, mandou mensagem se disponibilizando para levar o tema às autoridades. O Museu do Caramulo – o mais importante de Portugal – quer saber como auxiliar! A bobagem vaza.

O descrédito do Brasil no cenário mundial será chaga difícil de fechar. Cerrar equipamento cultural às vésperas dos eventos internacionais, e quando os turistas já têm chegado à Capital. Brasília nada tem investido para a Copa do Mundo de Futebol exceto o estádio, de desconhecido uso posterior ao evento. Sem ampliar as
opções turístico-culturais, ainda fecha um ponto importante de atração para a cidade. Além do apoio de gente esclarecida, a disputa tem parceiro importante.

O Ministério Público do DF baixou Procedimento para que o governo local e secretarias criem uma solução para impedir o fechamento, eis que vedado pela Lei Orgânica do DF. Mas, neste país que nos desorienta, uma instância recomenda solução para impedir o fechamento. Outra, federal, manda fechar.

Acredito numa solução rápida e positiva. São muitos os argumentos favoráveis e apenas um em contrário. Vejo os advogados da AGU e o Magistrado como pessoas de extremada coragem. Nestes tempos de redes sociais, bullying, comunicação imediata, suas ações pró-fechamento serão comentados por largo tempo pela lamentável vitória em fechar um Museu e expor o país e suas autoridades maiores. Esta imagem profissional de insensibilidade com o país irá acompanhá-los em toda análise para promoção.

Um outro aspecto que não se deve desconsiderar é o período pré-eleitoral. A divulgação dos atos ou omissões de dois governos do PT, o federal e o brasiliense, é carga adicional que os candidatos do partido dispensam neste momento de julgamento do Mensalão e de desgaste de imagem.

Enfim, reitero a certeza que, com tantos argumentos, apoios, ajudas de pessoas que sequer conheço, estamos fazendo uma barreira sólida para evitar um resultado que em nada interessa, desde o aluno de primeiro grau à Presidente da República.

Entretanto, quero tranqüilizar meus amigos: todos sabem, gosto de automóveis, sua história, mantenho minha convicção que em nossa passagem por aqui devemos construir e não apenas gastar e usufruir, tenho crença na obrigação social de dividir conhecimentos. Todavia, o que pode se chamar generosidade não se confunde com desvario ou falta de noção. Se o governo do País nas esferas federal e distrital entendem que museus são desnecessária frescura, que o obscurantismo é melhor que a luz, paciência. Fecharei o Museu, exportarei o acervo, venderei a biblioteca e, talvez, ainda agradeça aos agentes da justiça
e da política ter-me poupado dos continuados esforços, da aplicação de tempo, recursos, emoções, e lamentarei ter nascido no país errado.

Você acha que pode ajudar? Proteste, fale, coloque nas redes sociais, escreva aos políticos de sua região, proteste junto ao gabinete da Presidente, ao governador do DF, à Ministra da Cultura, ao Advogado-Chefe da União.

Melhores saudações antigomobilistas do Roberto Nasser, curador”

O site do museu é www.museudoautomovel.org.br e contatos com Nasser
podem ser feitos pelo e-mail curador .

Assinar esta petição pública pode ser uma forma de cada aficionado por
automóvel manifestar sua opinião e contribuir para tentar reverter
essa situação de desrespeito à nossa história automobilística.